À semelhança da tecedeira que vai rodando roca e fuso, também o fio dos meus pensamentos se enovela, com vontade de se tornar texto... O fio de Ariadne recompõe-se, aos poucos, dos excessos laborais e começa a espreguiçar-se, devagarinho, com vontade de se desenrolar e marcar os caminhos mais seguros dentro dos labirintos que nos rodeiam...
Je reviens, era a ameaça velada de Rebecca, de Daphne du Maurier... No meu caso, considerem-no uma alegre promessa... mas a uma hora menos noctívaga, provavelmente...