Serve a citação bíblica para assinalar o terminus deste processo de formação à roda do MAABE...
Ainda que a noite tenha agora caído lá fora, escurecida pelas nuvens de tempestade, a sensação de quase plenitude mantém-se... A partir do que dizia a Maria José Vitorino num post, o complicado vai ser descobrir o que fazer com TANTO tempo livre que o fim desta acção vai trazer-nos...
Ora, a mim, a quem nunca cabe a sorte de fazer uma coisa de cada vez, tenho a dizer que estive em SEIS contextos de formação simultâneos... junte-se três Bibliotecas, meia dúzia de Escolas sem as ditas, uma pitada de actividades, um punhado de reuniões, duas gémeas adolescentes e uma mãe resmungona e... voilà! Estou viva, sim! Ninguém o diria (a começar pela própria...)
Neste momento, eu, não-blogger me confesso, tenho ainda a árdua tarefa de tudo colocar no meu lindo (?) portfolio digital: este...
Vão perdoar-me todos os que me lerem; em especial aqueles que me deram tão boas sugestões e se mostraram disponíveis para me explicar como tornar isto mais interessante (Artur Dagge, Verónica Fernandes - obrigada pelo Scribd para totós! Teve de ser ainda mais simplificado que o tutorial da Plataforma!!!), mas "O tempo, esse bandido clandestino / Salteador de estradas e memórias" não me permite fazer agora nenhum brilharete... ficam os trabalhos, as sínteses, uma súmula que se pretende exemplificativa do trabalho desenvolvido.
Se aprendemos ao longo deste tempo? Muito. Com muitos. Com muito pouco e muito muito. Com muito interesse. Com muita partilha. Obrigada a todos e a todas, em primeiro lugar às Formadoras, e em primeiro ex-aequo à restante "pandilha de formandos", pelos esclarecimentos atentos e pela candeia a alumiar a escuridão; pelo café que ainda não tomámos juntos, mas amanhã também é dia; pelas sugestões; pelos desabafos; pelas histórias; por terem conseguido estar aí, e fazer-se presentes deste lado.
Não faço questão de, amanhã, vos mostrar estas linhas insípidas, mas farei questão de vos agradecer pessoalmente pela companhia nesta travessia, e pelo estímulo a ver mais além. Pelo MAABE? Também; mais que não seja, teve o condão de nos unir numa mesma vereda. E, realmente, o caminho faz-se caminhando! Obrigada pelo poeta, que não conhecia, e que me é já tão caro!
Até sempre!
Madalena
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